Éramos…
Eles eram 3.
Cheguei, viramos 4.
Éramos 4.
Um começou a namorar, éramos 3.
O outro também começou a namorar, éramos 2.
Um começou a trabalhar.
O outro em seguida, ainda éramos 2.
Do nada, se falaram pouco…pouco…muito pouco…
Agora são dois. Distintos.
4.
Eram.
Não mais.
um.
só, um.
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pra começar a semana do meu aniversário bem, uma meta a ser atingida:
De hoje em diante
Vou modificar o meu modo de vida
Naquele instante que você partiu
Destruiu nosso amor
Agora não vou mais chorar
Cansei de esperar
De esperar enfim
E pra começar eu só vou gostar
De quem gosta de mim
Não quero com isso dizer que o amor
Não é bom sentimento
A vida é tão bela
Quando a gente ama e tem um amor
Por isso é que eu vou mudar
Não quero ficar chorando até o fim
E pra não chorar
Eu só vou gostar de quem gosta de mim
Não vai ser fácil eu bem sei
Eu já procurei
Não encontrei meu bem
A vida é assim
Eu falo por mim
Pois eu vivo sem ninguém
A composição dessa música é do Beto, o perneta. hihihi
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Mozart
Na sexta feira, durante minha aula de Estética sobre Mozart, eu fiquei pensando e fiz um texto na minha cabeça sobre isso.
Mas o final de semana já passou e eu simplesmente ESQUECI o texto. Lembro de certas partes, mas que fora dum contexto não quer dizer muita coisa.
Fica aqui registrado um texto sobre Mozart.
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Eu achei um dos vídeos mais fantásticos que eu já vi.
A idéia é ótima.
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Amar é…
e se eu fizesse
todas as escolhas
erradas
ou a única escolha
certa
possível
tu ainda
assim
me amarias?
e se eu partisse
e indo embora
a cada passo dado
para largar-me ao mundo
ainda mais que nunca
para longe de mim
e isso me fizesse algo de bom
algo de bem
algo que há tempos não sinto
tu ainda
assim
me amarias?
e se a memória me levasse
e se a raiva me levasse
e se a saudade fosse tanta
e me levasse
para um canto incompreensível
das coisas que se sente
quando se está só
tu me amarias?
e se eu me conter
para dizer
novamente
que o amor é injusto
que a dor é injusta
que a história que contamos
é injusta
e o trabalho que nos ocupa
todo santo dia
é injusto
tu me amarias?
tu me amarias?
se eu me perdesse
se eu não me achasse
se eu não encontrasse saída
para o certo e o incerto em mim
se eu causasse o maior estrago
se eu fizesse o escândalo maior do mundo
se eu não pudesse mais parar por um único
segundo
tu me amaria?
e se eu fosse fraco?
e se eu fosse fútil?
e se eu não tivesse dinheiro nenhum?
nem empregos
nem a vontade de participar
do que fosse
e se eu fosse sujo
ríspido
roto
gasto
assustado
apavorado
amedrontado
e estivesse encolhendo
encolhido
por dentro
tudo isso
por dentro
tão diferente
do por fora
tu me amarias?
e se eu não achasse o caminho da volta?
e se eu não soubesse nada a respeito do que eu vejo no espelho?
e se eu nasci com a capacidade de jamais esquecer?
e se eu tiver vocação para me perder?
tu me amarias?
tu me amarias se
eu fosse tão velho quanto o tempo
ou infantil como a criança mais doce e ingênua
e se eu fosse apenas
humano
tu me amarias?
e se eu te amar para sempre
e te querer tão bem para sempre
e te desejar silenciosamente para sempre
e te enxergar
e te ver
e te perceber
e te notar
e te avistar
e tão simplesmente
nunca
mais
te
ter
tu me amarias?
tu me amarias
se eu deixar de existir
se eu deixar de perder as minhas coisas pelo caminho
se eu deixar de estar onde sempre estive
se eu deixar de ser qualquer coisa que se perceba
se eu deixar saudade nenhuma
tu me amarias?
tu me amarias pelas coisas que não pude ser
pelas que me cansaram
por aquelas que não pude compreender
pela raiva que senti
pela tristeza que senti
pela saudade que senti
e por ser como toda a gente deste mundo
inseguro
imprevisível
imaturo
tu me amarias?
tu me amarias se
eu te contasse que
toda a nossa vida em comum
cabe na palma de nossas mãos
e que ela haveria de voar um dia
para a liberdade de uma outra vida
só para não envelhecer?
tu me amarias
se as palavras me faltassem
se as palavras não me bastassem
se as palavras não estivessem mais
onde deveriam estar ou
se as palavras
juntas ou separadas
não significassem nada
desconexas
inexatas
não
tu não me amarias
Recebi esse texto via GReader do excelente blog Palavra Aguda.
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Dia a Dia da Disney
Uma das experiências mais incríveis que se tem, é ir para a Disney.
E vendo esse vídeo vc revive o que já passou por lá. É impressionante.
E o vídeo é BARBARO.
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E você achava que sabia beber…
E no msn uma pessoa comentou:
fora que pessoas com tetas nao deveriam ser filmadas sem camiseta
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Sinfonia de celular
Olha isso:
É INCRÍVEL…
A Vodafone fez uma sinfonia (1812 do Tchaikovsky – aliás é mega legaus falar Tchaikovsky) usando apenas celulares. Não é o máximo? Eu adorei…
Aqui embaixo tem dois vídeos incríveis mostrando como essa propaganda foi feita.
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A cena mais cara da televisão
Essa é a primeira cena da 10ª temporada de CSI (L).
E ela ostenta o título de “cena mais cara na história da tv”
Vi lá na Época Negócios
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Eles3
De quinta pra cá, muita coisa tá acontecendo e não tive tempo pra sentar e escrever aqui.
Mas é o seguinte, fui convidado e estou escrevendo para o blog Eles3 da Close Up, junto com a Dafne (que eu conheci ontem e é suuuper alegre, eu adorei conhecer ela) e o Guima (que bastante gente sabe quem é!
)

A frequência dos posts, aqui, serão bem menores.
Em compensação lá no Eles3, vai ser diário. Olha que legal
Então, convido você a acessar o blog do Eles3 todo dia, pra ver o que tá acontecendo… ok?
Mas quando eu ver um vídeo, foto ou alguma coisa assim legal, eu posto aqui.
Certo?
Umbeijo, e até.
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Tags: Eles3
Basement Jaxx @ Jool Holland
Vi no blog da Flávia Durante.
E faço das palavras dela, as minhas:
Alguém os traga ao Brasil novamente, pelamordedeus!!!
E esse aqui
Se vc quiser ver um show na íntegra do Basement Jaxx, baixe o Joost. Quando eu tinha, lembro de ter visto um show deles lá. (sugestão de amigo hein!)
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Paper Heart
Tô com preguicite aguda pra traduzir, mas eu acho que vai ser bem legaus. Vi lá no Fan The Fire Magazine
Paper Heart: the first ‘docu-rom-com’
Director: Charlyne Yi, Nick Jasenovec Cast: Charlyne Yi, Michael Cera, Jake Johnson
People are calling ‘Paper Heart’ a mockumentary; but that word doesn’t seem to do the film justice because it bears no resemblance or heritage whatsoever to Spinal Tap. Paper Heart is really an honest study on the nature of ‘love’; it is a quirky docu-drama that blends narrative sequences with documentary footage, and weaves the two together so that they inform and affect each other. And if that doesn’t grab you, there are also some fantastic Gondry-esque animated sequences and original music from the poster boy of geek-chic, Michael Cera.
Charlyne Yi, a comedienne from California, has always wanted to make a documentary about real love (as opposed to the “Julia Roberts/ English Patient/ sobbing-in-the-rain stuff”); but it was not until she approached friend and director Nick Jasenovec that Paper Heart began to form as an idea. Jasenovec forced Yi to accept that the film would be better if she placed herself, and her staunchly anti-love mindset, in front of the camera. When she confessed to being nervous, Jasenovec suggested they incorporate a scripted narrative into the documentary so that she could feel like she was ‘acting’. And so this fascinating new medium of docu-drama was born.
Yi and Jasenovec have gone to great lengths to ensure that the whole film feels real. The documentary footage and the scripted scenes are shot in exactly the same style, so that we never feel a jarring effect when we cross from one to the other; and they decided to cast an actor to play Nick, as Jake Johnson is more realistic as Nick than Nick would have been!
The result is a mish-mash of genres that really draws the viewer into the heart and message of the story. This is a buddy/ road trip movie about two friends travelling across America trying to find the meaning of love. But it is also a heart-warming romance story looking at the courting process in all its awkward splendour. As Charlyne “falls in love” with Cera, her real-life character begins to change as her questions to complete strangers become more hopeful and romantic.
There are so many things about the film that could have been annoying: it is a “film-about-a-film” (often pretentious), it is created by quirky, American Apparel youngsters from East LA (often pretentious), and it has episodes of animation to help describe the interviews (which can often be… well you get the picture.) But the story is so refreshing and honest that it would be almost impossible to find anything annoying here.
In the end, Nick becomes hell-bent on finishing the film, and his intrusive camera nearly ruins Charlyne and Michael’s relationship. But whether or not their romance survives is irrelevant (it doesn’t even exist!), the important thing is that Charlyne has learned to accept the possibility of love, and the lack of control we have over it.
Paper Heart is released in UK cinemas on 13 November 2009.
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HD
quando eu falo que vídeo em HD é outra coisa, é disso que eu estou me referindo.
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The Promised Land
A idéia é simples, assim como a execução.
Mas eu adorei.
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Luxo Jr. – O mascote da Pixar
Quem lê o blog, sabe que eu já disse do Luxo Jr. aqui e na mesma ocasião disse que eu AMO essa luminária que é o mascote e símbolo da Disney Pixar.
(pra você que não lembra, eis um videozinho)
Pois bem, os caras do College Humor fizeram uma paródia contando a real história de Luxo. e eu ADOREI.
Não consigo colocar o vídeo aqui, mas clique aqui e veja o vídeo. É ótimo.
Em tempo, Luxo Jr. ganhou uma atração no parque Disney’s Hollywood Studio lá em Orlando.
O vídeo de baixo te mostra.
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